Em um movimento que sinaliza uma mudança no panorama científico global, instituições de pesquisa na Europa estão lançando suas âncoras em busca de cientistas americanos que, diante do corte de fundos e da repressão à pesquisa nos EUA, estão encontrando um porto seguro nas universidades europeias, especialmente na Inglaterra, França e em outros países como a China. Este cenário não apenas questiona o papel dos Estados Unidos como líder na inovação científica, mas também abre um leque de possibilidades para aqueles acadêmicos que buscam não apenas estabilidade, mas um ambiente...












