Nos labirintos da neurociência, um novo raio de esperança se desenha para aqueles que têm a temida predisposição genética ao Alzheimer. Pesquisadores da Universidade de Washington, em St. Louis, revelaram resultados animadores de um tratamento experimental que pode atrasar os sintomas da doença em indivíduos que, geneticamente, estão destinados a enfrentá-la na casa dos 40 ou 50 anos. Publicados na prestigiada Lancet Neurology, os achados iniciais mostram que a remoção prolongada da amiloide, uma proteína tóxica responsável por danos cerebrais, em um grupo de 22 participantes ao longo de oito...